sábado, 29 de setembro de 2012

Bad things..




"I wanna do bad things with you... "


[ E agora como é que se tira esta música da cabeça?.. :) ]

Books and books.. *.*



Hi there real strangers.. :)


Ora bem, sendo eu uma pessoa que aprecia ler, um apreciar talvez acima da média comummente aceite, achei indecente reparar que não tenho, aqui no meu cantinho, grande coisa relacionada com esse tema. Já publiquei umas partes engraçadas que fui encontrando mas tenho de aumentar a frequência com que isso acontece... Ainda por cima eu realmente guardo as citações que me dizem alguma coisa, por isso tenho umas poucas "toneladas" de coisas absolutamente geniais guardadinhas.. :) Tenho de ir partilhando algumas aos pouquinhos, porque são dignas de serem do conhecimento geral.. :)

E eis que para esta nova fase escolhi Saramago. Acho que para começar soa bem. Para mim é o melhor escritor português de sempre, e acho que não há ninguém com capacidade para o destronar...

Vamos começar devagarinho.. Uma pequena citação que achei extremamente interessante e tão, mas tão certa.




" Com as palavras todo o cuidado é pouco, mudam de opinião como as pessoas. "

José Saramago 
As Intermitências da Morte





segunda-feira, 24 de setembro de 2012

*.*


"Rover, wanderer, nomad, vagabond.. Call me what you will.. But I'll time my time anywhere.. I'm free to speak my mind anywhere.. and I redifine anywhere.. "

sábado, 22 de setembro de 2012

Awesome Harry stuff... [3]


Boas dear fellows.. :)

Para os posts de Harry Potter não serem sempre piadinhas e tal, vamos fazer uma versão fofinha, só desta vez que se não a coisa descamba.. :) E não é muitooo fofinha.. mas é bem mais que as outras vezes.. mas daqui a uns dias eu meto cenas mais fixes.. No problemo on that.. :)

[há umas poucas que são para ler.. não se vê assim mas no zoom fica fixe.. :) ]



little bit, yes.. :)




galifões.. eles andem aí.. :)




*.*



OMG!!! :)



yes.. it is master.. :)




family.. :)




...



oh.. *.*




livros.. lá atrás.. há toneladas deles.. :) [e a frase é fofinha sim.. ]





a minha carta ainda está para chegar.. :)
















*.*











he needs a hug.. *.*
http://www.youtube.com/watch?v=ZXH_2KVT8uY  
ainda vou ter de dar mais ênfase a esta música.. é absolutamente brutal.. :) ]





true.. 





sim.. eles ajudaram-me a crescer.. :)





*.*




a ideia é mesmo, mesmo fofinha, mas se fosse eu, e isso fosse mesmo um livro do Harry Potter todo cortado... íamos ter muitos, mas muitos problemas.. ah, e podia esquecer o casamento.. :)





"always" ...
*.*


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Childish [6]



Joana e o Dragão

Ninguém conhece estes desenhos animados, para grande tristeza minha. Mesmo no maravilhoso mundo da internet parece que este programa foi eliminado. Verdade seja dita que é um programa que passava na RTP2, daqueles à hora de almoço, e que provavelmente só eu é que via, à mistura com umas criancitas mais pequenas a almoçarem em casa das avós, mas era bem giro.

Descobri ainda assim um mini resumo sobre isto: supostamente é um programa em 3D [muito evoluído..], a Joana tem 12 anos, século XII, e quer ser cavaleira - "O sonho de Joana era poder fazer parte do esquadrão de cavaleiros do Rei mas, para isso, terá de provar que é muito boa."

Agora eu... Bem, não é muito dificil de perceber porque é que eu gostava, era sobre uma moça - a Joana -  que tinha, imagine-se lá a coincidência, um dragão. Aquilo era mais ou menos numa espécie de Idade Média, e ela, sendo uma menina, não devia saber usar uma espada, e lutar em condições, e ser mesmo interessante como ela. Mas ela queria mesmo ser uma cavaleira..  :)

Basicamente ela fala com o Dragão e vai dar voltas às costas dele. São melhores amigos, contam um com o outro, para tudo mesmo, até porque lutar e ser bem valente e lutar contra tudo às vezes custa, ter um dragão torna a cena mais fácil, além de muito mais awesome.. :) E pronto.. acho que é fácil de ver porque gosto: tem uma moça, digamos, pouco convencional, cheia de força e garra, que sabe o que quer e faz aquilo que gosta. E depois temos o lado fofinho com a amizade e as coisinhas engraçadas que acabam por ser passadas indirectamente nestes desenhos animados.. :)








Patinho

Ora, era com este pequeno amigo que era suposto irmos para a cama quando éramos pequenitos [e verdade seja dita que ninguém ia a essas horas, que ainda me lembro muito bem que isto passava na RTP2, depois dos desenhos animados, lá para as 20h30... :) ].

Eu não sei rigorosamente nada sobre este patinho, para vos ser muito sincera. Apenas que via, religiosamente, o moço a cantar que eu tinha de ir lavar os dentinhos, dar um beijinho à mamã e ir para a caminha.. :)

Uma coisa boa que tinha o Patinho é que tinha a música base e depois tinha músicas especiais em determinadas alturas do ano, especialmente no Natal.. E as músicas eram bem giras.. e tinham patinhos todos alegres, a cantar e a rir.. era giro.. :)

Para além do mais, eu gostava mesmo do patinho, e saiam umas revistas num jornal e eu tinha-as todas. Tinhas patas bailarinas, vários patinhos engraçados lá pelo meio e, e é importante referi-lo com atenção, o Patolas, o pato mais estiloso do pedaço.. :) Era o moço que na música toca xilofone, e leva com uma bengala.. :) E tens um dentes mesmo de pato.. :)











Pinky e Brain 

É assim, este é dos desenhos animados que eu mais gosto. Ainda hoje, sempre que apanho a dar na televisão, o Pinky e o Brain são reis e senhores. 
Antes de mais dizer que o Pinky e o Brain são dois ratinhos geneticamente modificados, mas que na altura em que iam ser apresentados como fenómenos, verdadeiros casos de sucesso, a coisa não correu bem, eles foram como que esquecidos, e os seus criadores desacreditados.
Primeiro, o Pinky é uma criatura imcompreendida, ele é bom moço, um pouco confuso talvez, mas tem bom coração, é o que importa.. :)
Depois temos o Brain. O Brain é um rato genial - esta frase é tão linda.. :) Basicamente ele tem uma certa revolta com o mundo e quer conquistá-lo, ter o poder de governar o mundo como bem quiser. E todas as noites o tenta fazer, com a preciosa ajuda do Pinky, e sempre de maneiras diferentes. Acho que é isso que mais gosto nestes bonequinhos, a quantidade de planos que conseguem engendrar, todos diferentes, e se querem a minha sincera opinião, absolutamente geniais. Vá, dentro do mundo dos desenhos animados. Há um episódio em que eles criam uma segunda Terra, exactamente ao lado da nossa, em papier mache [depois as pessoas acabam por ir todas para o outro mundo, e este fica deserto mas depois há uma explosão e esta Terra vai à vida e ficam todos no mundo de papier mache.. :)].

E pronto.. são mesmo fixes os episódios, todinhos. Não há um único que não seja giro, em que não haja planos brutais e não nos partamos a rir... Eu pelo menos..  :)












Teletubbies

A minha pessoa teve uma fase, enquanto andava na creche é importante salientar, em que uma das suas características era andar sempre a assobiar. E imaginem lá o que era mais frequente. Pois que era o genérico destes 4 moços / moças - nunca percebi  muito bem.

E pronto, 4 "seres" com nomes engraçados: Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa, Po [e não consigo ler isto sem ser no ritmo certo.. :) ].


Os episódios não têm grande história, são quatro seres engraçados, coloridos, que comem uma mistela cor de rosa [nunca percebi o que era aquilo, e acho que nem tenciono saber..] e andam por lá a saltitar no seu mundinho cheio de relva, e um Sol absolutamente creepy com uma cara de bebé... Embora possa ser engraçado na abertura, o bebé lá no Sol e não sei o quê, ver a imagem disso é um bocado esquisito.

O melhor no meio daquilo tudo é que havia aquela musiquinha meia estranha, mas que ficava no ouvido. De resto a cena era simplesmente básica. Convenhamos que o programa era para crianças bem pequenitas, por isso não podia ser algo muito elaborado. Para o género, na altura, parecia-me mesmo bem.. :)


Para quem via os Teletubbies em pequeno e nunca mais viu, aconselho seriamente que se mantenham assim. Ver os Teletubbies agora pode ser deveras perturbador às nossas mentes tão ingénuas quando assistiam a tais programas. Eu nunca mais vi um episódio, apenas o genérico. Mas só isso relembra alguns pontos do que se podia ver com os nossos amiguinhos coloridos. As coisas, além de já não terem o fascínio infantil que tinham, já não nos aparecem tão interessantes e utópicas como antes. É pena, não só com estes, mas com muitos outros, que sendo mais "infantis" deixam de nos dar aquele gozo brutal que nos faziam levantar mais cedo das nossas belas caminha.. :)














quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Palavras cruzadas...



Coisas que se encontram a fazer palavras cruzadas... 

A fazer palavras cruzadas descobrem-se "definições" interessantes das coisas. Por vezes à primeira vista algo que nos é bem conhecido parece-nos completamente desconhecido. Neste caso fiquei curiosa com a descrição e só com a ajuda das letras que foram aparecendo é que percebi o que seria. Achei piada, mais que não seja se pensarmos na descrição um bocadinho - e se quisermos, se a distorcermos um bocadinho.




Uma palavra, quatro letras, cuja descrição era:



Inclinação da alma e do coração 

- Amor







segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ocasional conversa...

Hi there strangers.. :)


Todos nós já passámos por aquele momento maravilhoso de nos cruzarmos com uma pessoa que mal conhecemos mas que temos de cumprimentar, porque sim.

E com esse maravilhoso cumprimento vem a maravilhosa conversa de ocasião. E é tão agradável quando ela se resume a "Olá! - Olá! Tudo bem? - Tudo, e consigo? - Também. Então adeus, beijinhos à família. - Obrigada, igualmente." O meu mundo seria um sítio melhor.  

Mas há frases tipo que nos aparecem ocasionalmente e que nunca vou conseguir perceber completamente.
Vou pôr aqui algumas coisas que as pessoas nos dizem mas que não me fazem sentido, dizem-nas mas nem sequer se dão conta, já faz parte, e a mim, dá-me que pensar.

Ora bem, temos a típica conversa das pessoas mais velhas para connosco, aquela mítica "Estás tão crescida." ou "Da última que te vi ainda eras tão pequenina...", já para não referir as mais fortes como "Ainda me lembro de andar contigo ao colo" ou "Olha que eu ainda te mudei a fralda.", dão-nos quase a ideia de que são praticamente nossas mães e que lhes devemos todo o respeito do mundo - mesmo que esse episódio de mudar a fralda se tenha resumido a emprestar uma toalhita. Felizmente este tipo de coisas até não é muito comum, é mais quando se vai à santa terrinha, ou coisa assim.

Temos depois o mítico, e é aqui que reside um dos meus problemas, "Estás tão bonita.". Isto dito assim até que aumenta o ego, sabe bem de ouvir não é? Pois que é verdade, mas até certo ponto. Se não digam-me, o que é suposto eu pensar quando o que me dizem não é "Estás tão bonita" mas sim, e isto é quase doloroso à minha pessoa, "Estás tão bonita. *seguido de* Nem pareces tu!" . Ora bem, é suposto isto querer dizer o quê? É mesmo suposto ser um pseudo-elogio ou tem uma mensagem subliminar qualquer lá por trás? 

Questiono-me seriamente sobre isto... É simplesmente uma observação que fazem assim, sem o sentido completo no que estão a dizer, ou simplesmente as pessoas eram assim tão medonhas que, tadinhas, só agora já podem sair à rua, que nem Quasimodo? :) A sério, dizer que uma pessoa está bonita, tudo bem; dizer-lhe que está bonita e de seguida dizer-lhe que nem parece ela, não é simpático. Eu, pelo menos, ri-me, a bom rir, das vezes que isso já me aconteceu.. Mas isso sou eu.. :) Outras pessoas podem levar de maneira, digamos, diferente. 

Outra que é uma coisa estranha é a eterna fixação - bem eterna não, que as moças já se quiseram bem roliças.. :) - com a magreza das pessoas. Há uma espécie de código moral que leva as pessoas a adorarem a frase "Estás mais magra". Mas porque raio é que isso é suposto ser bom? Não digo que tem de ser mau, mas também não é bom. Quando se diz "Estás mais gorda" - geralmente não é bem assim, tentam eufemizar a coisa, gordinha ou cheinha soa menos agressivo - é sempre dito ou com um ar de desaprovação contida, ou de razoável desprezo, ou simplesmente com o puro sentimento de "Estás mesmo gorda, como é que ainda sais à rua?". Porque raio estar, ou parecer, mais magra tem de dar azo a tanta festa? Ninguém me vai dar nada por isso, e mais a mais em caso de desastre terei menos reservas biológicas para a minha sobrevivência. Por isso, é assim tão positivo ser-se mais magra? Para depois falecer debaixo de escombros dum tsunami qualquer?.. Ai pessoas.. :) 

E pronto, já demonstrei o meu desagrado por algumas das coisas que me vão dizendo. Acho que tinha de tirar este peso de cima do meu corpo, que não é nem gordo nem magro demais, nem mais bonito nem menos bonito que ontem mas que possui ouvidos para isto tudo, às vezes falta-lhe é cérebro com tanta, sejamos simpáticos, "conversa da treta" junta.. 


Arrivederci :) 









domingo, 9 de setembro de 2012

Childish [5]




Childish dedicado a algumas das minhas memórias de Banda Desenhada.. :)




Lucky Luke [1946]

Bem, esta era uma das bandas desenhadas que eu lia quando era mais pequena. Não era uma das minhas preferidas mas gostava de ler de vez em quando. Passava-se no Old West, um comboy, sempre com uma palha no canto da boca e que andava sempre atrás dos "bad boys" lá da zona..

O único homem mais rápido que a própria sombra.. Só olhar para essa imagem dá logo a imagem ideal do que vem aí. Já se sabe que vai haver tiros e lutas fixes e cenas.

Eu gostava pelo menos. Os mauzões - sim, porque tem de haver sempre uns mauzões preferidos para estes heróis - eram os irmãos Dalton, Joe, Jack, William e Averell [existiram mesmo os irmãos Dalton na História entenda-se, eram realmente ladrões de bancos.. e estes são os seus primos.. a sério.. :)].

As histórias base eram sempre a mesma coisa: os irmãos Dalton arranjavam um assalto, entaramelavam-se por um motivo qualquer - geralmente um dos irmãos fazia asneira - e o nosso Lucky Luke apanhava-os em grande estilo, com uma grande ajuda, muita das vezes até era mais importante, do seu belo cavalo Jolly Jumper. E pronto.. a vida corria bem.. os maus são sempre apanhados, como era de esperar, e o Lucky Luke acaba sempre o livro a partir, sozinho com o seu cavalo, para um novo destino, uma nova história.. :)





Pateta [1932]

Banda desenhada da Disney lá em casa, a par de outras, algumas ainda vão ser faladas, era um assunto complicado de gerir. Sempre adorei ler banda desenhada, e qual é a criança minimamente interessante que não gosta de ler o Tio Patinhas a nadar em dinheiro, o Mickey a apanhar João Bafo de Onça [ou simplesmente Bafo.. :)], as aventuras de Luizinho, Huguinho e Zézinho, e podia continuar a noite toda... Então qual era o problema no meio de tanta coisa absolutamente brilhante e fascinante e genial? O facto da maior parte das minhas bandas desenhadas estares em português do Brasil. Havendo um certo receio de que a minha pessoa deixasse de saber escrever correctamente - como era pequenita quando comecei a ler essas coisas podia atrofiar a minha ortografia - o meu querido progenitor fartava-se de gritar comigo para que eu não lesse aquele tipo de livros. Acontece que sempre fui meia teimosa, e eu realmente gostava daqueles livros, por isso nem que lesse de noite com a luzinha de presença.. mas lia.. :) [e acho que hoje em dia não escrevo tão mal assim.. :) ]

Tirando isto tudo, é da nostalgia da infância.. :), não escolhi nenhuma das personagens mais sonantes, seja Mickey, Minnie, Tio Patinhas, Pato Donald ou Margarida, mas sim aquele que é menos levado a sério - com alguma razão vá.. - o meu querido.. Pateta.. :)

E tudo porquê? Primeiro porque querendo ou não acabo por ser um bocado "clumsy" como ele.. [não tanto entenda-se.. :)] e porque ele é o Super Pateta. 

Já me apercebi que muita gente não conhece o Super Pateta, o que desde já digo que é praticamente crime mundial, mas assim resumidamente o Pateta come uns amendoins especiais e vira... o Suuuuper Pateta!!! :)
Pessoas que gostem de Pateta, encontrem cenas do Super Pateta se não o conhecerem, porque é genial. Foi graças ao Super Pateta que eu aprendi que os amendoins crescem debaixo da terra por exemplo [ah e tal depois não sabes escrever.. mas ao menos sei que os amendoins não nascem nas árvores tipo maçãs.. isso conta também não?.. :)].

O Pateta é todo aéreo mas é ele que geralmente tem uma importância escondida em todas as histórias em que entra. Sem ele os livros não tinham nem metade da piada.. :)


E depois não nos podemos esquecer que ele tem uma grande amizade com quem?.. Plutoooo... :)
Também merecia uma referência, esse grande cão, amarelo.. :)









Obélix e Astérix [1959]


Confesso que o meu estado actual quanto a estes senhores em específico não é o mais adequado, mas não tem nada a ver com o gostar ou não de ler esta BD. Qualquer comentário mais, entendamos, rude, pode dever-se a esse estado. Perdoname.. :)

Ora bem.. Embora muitas das vezes só se ouça falar do "Astérix" esta BD sem o Obélix não era nada, e repito porque é mesmo importante: NADA!!!


O Astérix é assim inteligente e cenas mas é um bocado desinteressante. O Obélix é que dá piada à história toda. Ele com os seus menires, a comer toneladas de javalis, a malhar nos romanos como se não houvesse amanhã.. Isso sim é um senhor. Para além de que toda a gente que vê a tristeza dele ao não poder beber da poção mágica como todos os outros habitantes da sua bela aldeia.. [Acho que todos sabem que caiu no caldeirão em bebé, e é por isso que tem tanta força sem precisar da poção.. ]

As aventuras destes dois, e sim, embora o Obélix seja o melhor como é óbvio, eles são uma dupla, e a BD funciona por isso também, são sempre divertidas e envolvem uns quantos sopapos bem dados por isso era sempre divertido de ler.. :) 

Mas, e o melhor vem no fim, para além do Obélix - e há algumas outras personagens giras lá pelo meio da história mas não vale a pena estar para aqui a encher chouriços à pressão - existe uma outra personagem do mais fascinante possível. Quem não sabe ainda quem é ou não conhece ou não soube identificar a beleza verdadeira da BD. Como é óbvio falo do... Ideiafix! Um cão super inteligente, que salva sempre as cenas todas, que é o melhor amigo do Obélix.. É genial.. E é um cãozinho todo fofinho e tudo.. :)

De qualquer maneira.. Astérix e Obélix, gostem de qual gostarem mas leiam.. é bem giro e ainda aprendem umas coisinhas.. :)










Mafalda [1964]

Só quem não tenha tido uma infância minimamente curiosa é que não leu tudo o que conseguia sobre Mafalda. Vá é um exagero.. mas devia ser assim.. :)

Mafalda é um bocado como BD de intervenção. É uma obra de um grande autor argentino, Quino, onde conseguiu retratar numa criança e na sua vida quotidiana o estado do mundo, das pessoas, daquilo que o rodeava e que merecia ser notado. Eu pessoalmente acho um trabalho genial, com muito pouco a comparar-se ao que ele conseguiu fazer, talvez quase como Jean de La Fontaine, num registo completamente diferente é óbvio, mas consegue de forma mais leve, e quase levada como brincadeira, criticar severamente o contexto político, cultural, social, ... ... ...

A vida desta criança preocupada com o mundo, com a saúde dele essencialmente, consegue dar para questionar tudo aquilo que se passa nele.

Questiona tudo, através da sua rua, dos seus amigos, da sua família, da sua casa, da sua escola, todos os sítios e pessoas que lhe são próximos. Dá muitas dores de cabeça aos seus pais com tanta pergunta que tem para lhes fazer, tanta coisa que ela sendo pequena precisa de aprender, e quer aprender - YES, uma personagem de BD "awesome" que me faz sentir que fui uma criança normal, saudável e bem fixe.. :) - se bem que muitas das vezes as perguntas vêm durante a noite, e se os pais têm obrigações uma das mais essenciais é terem o cuidado contínuo de atenderem a todas as questões dos seus filhos. E a favor do conhecimento, do desenvolvimento intelectual dos seus pequenos rebentos, o que são as horas, os despertadores, o ter de acordar cedo? Nada, digo-vos eu. Nada!.. :)

Bem esta é provavelmente a BD que vos aconselho mais, das que estão aqui. Ensina coisas importantes, mostra que as coisas não são todas bonitas e cor de rosa, mostra um pouco do que se passa no nosso mundo - ou do que se passou, que verdade seja dita, para se ler tudo de Mafalda tem de haver já alguma cultura geral, se não há partes que não poderão ser totalmente assimiladas. Vá.. acabando com isto.. leiam.. pelo menos esta.. leiam mesmo.. é brutal e tudo e leiam.. :)












A Turma da Mônica [1959]

este é o caso mais flagrante do que falei no post do Pateta. A Turma da Mônica - sim, é mesmo Mônica, este é mesmo brasileiro e se disserem Mónica para mim já não é a mesma coisa.. - está todinha escrita em português do Brasil, mas como não tinha assim tantos livros da Mônica, e os que tinham eram pequeninos, passavam despercebidos.. :)

Estas histórias eram extremamente engraçadas, até porque a base geralmente era sempre a mesma: o Cascão e o Cebolinha - amigos inseparáveis - tentavam roubar o Coelhinho azul da Mônica, e, como é óbvio, falhavam.. :) Até porque a Mônica é uma moça que tem um força bastante acentuada.. :)

As personagens são bastante engraçadas : a Mônica que tem montes de força e tem os dentes da frente grandes o suficiente para gozarem com ela; o Cascão que não toma banho; o Cebolinha que fala "elado", a Magali que come tudo o que aparece à frente, O Chico Bento da Roça.. enfim, é um conjunto de pessoas extremamente engraçado.

Eu acho que toda a gente leu disto quando era pequeno, e mesmo depois se forem como eu. Mas de qualquer das maneiras se ainda tiverem para aí uns livrinhos releiam, são divertidos, dão para distrair e vale mesmo a pena.. É a Turma da Mônica.. :)